“Melhor do que nos Filmes” é a aguardada adaptação da Netflix baseada no romance homônimo de Lynn Painter, uma comédia romântica jovem-adulta que conquistou leitores no mundo todo e agora avança para as telas com uma diretora confirmada. A notícia foi reportada pelo CinePOP Cinema em 5 de maio de 2026, sinalizando que o projeto saiu do papel e entrou em fase concreta de desenvolvimento.
O anúncio chega em um momento em que a Netflix intensifica sua aposta em adaptações literárias do gênero romance, seguindo o sucesso de produções anteriores voltadas ao público jovem. Com diretora a bordo, a produção de “Melhor do que nos Filmes” entra em uma etapa decisiva que antecede as gravações.
Neste artigo, reunimos tudo o que já se sabe sobre a adaptação: quem está por trás do projeto, o que o livro promete para a tela e qual o perfil da diretora escolhida pela plataforma. Confira os detalhes a seguir.
O que é “Melhor do que nos Filmes” e por que virou aposta da Netflix?
“Melhor do que nos Filmes” é um romance de Lynn Painter publicado originalmente em 2022 sob o título Better Than the Movies. A história acompanha Liz Buxbaum, uma adolescente obcecada por filmes românticos clássicos que se vê em um triângulo amoroso inesperado com o vizinho de infância e o novo garoto da escola.
O livro virou fenômeno entre leitores do BookTok — a comunidade de leitores no TikTok — e acumulou centenas de milhares de avaliações positivas em plataformas como Goodreads. Esse apelo orgânico em redes sociais é exatamente o tipo de propriedade intelectual que a Netflix tem buscado para alimentar seu catálogo de romances jovens.
Quem é a diretora confirmada para a adaptação?
Segundo reportagem do CinePOP Cinema publicada em 5 de maio de 2026, a produção de “Melhor do que nos Filmes” encontrou sua diretora, consolidando uma etapa fundamental do desenvolvimento do projeto. Os detalhes completos sobre o nome e o histórico da profissional foram divulgados pelo veículo — verifique no site oficial do CinePOP para a confirmação do nome exato.
A escolha de uma diretora para uma adaptação de comédia romântica jovem-adulta é um sinal claro de que a Netflix quer imprimir uma voz autoral ao projeto, evitando o caminho genérico que projetos do gênero às vezes tomam em plataformas de streaming.
Como a Netflix tem tratado adaptações literárias recentemente?
A plataforma tem apostado pesado em adaptações com identidade visual e narrativa próprias. Um exemplo próximo é O Filho de Mil Homens, com Rodrigo Santoro, cujos bastidores foram revelados pela própria Netflix em novembro de 2025. O diretor Daniel Rezende declarou à Revista CULT que o projeto “o deixou fora da sua zona de conforto” — uma postura criativa que a plataforma parece incentivar.
Outro caso relevante é o Frankenstein de Guillermo del Toro, confirmado para a Netflix em novembro de 2025 segundo a Gazeta do Povo. Esses projetos mostram que a Netflix não está interessada apenas em volume, mas em atrair diretores com perspectiva própria — o que aumenta as expectativas para “Melhor do que nos Filmes”.
O que o livro entrega que pode funcionar bem na tela?
Lynn Painter construiu a narrativa de Better Than the Movies com referências explícitas a clássicos do cinema romântico, como Sintonia de Amor e Nunca Fui Beijada. Essa metalinguagem cinematográfica é um prato cheio para uma adaptação audiovisual — a protagonista literalmente vive sonhando com cenas de filmes, o que abre espaço para escolhas visuais criativas.
A tensão entre o vizinho de infância e o novo interesse romântico é o motor emocional da história, e esse tipo de dinâmica tem funcionado bem em produções da Netflix voltadas ao público jovem-adulto, especialmente quando a direção consegue equilibrar humor e emoção sem cair no melodrama excessivo.
Vale a pena acompanhar o desenvolvimento de “Melhor do que nos Filmes”?
Para fãs do livro de Lynn Painter e do gênero comédia romântica jovem-adulta, a resposta é sim. A confirmação de uma diretora é um marco concreto: projetos que chegam a essa fase raramente são cancelados antes das gravações, ao contrário de muitas adaptações que ficam presas no chamado “development hell” por anos.
O histórico recente da Netflix com adaptações literárias — incluindo produções brasileiras como O Filho de Mil Homens e projetos de peso como o Frankenstein de Del Toro — sugere que a plataforma está comprometida com qualidade editorial, não apenas com velocidade de lançamento. Isso é um bom sinal para quem espera que a adaptação faça jus ao charme do romance original.
“Melhor do que nos Filmes” na Netflix deu um passo concreto rumo às telas com a confirmação de sua diretora, conforme reportado pelo CinePOP Cinema em maio de 2026. O projeto reúne ingredientes promissores: um livro com base de fãs consolidada, uma plataforma investindo em adaptações com identidade própria e um gênero que continua performando bem entre o público jovem no streaming.
Você leu o livro de Lynn Painter ou está esperando pela adaptação sem ter lido? Conta nos comentários o que mais te atrai nessa história — e se a Netflix tem feito jus às adaptações literárias que você acompanha.

